Mostrando postagens com marcador Escola Municipal Professor José Moura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Escola Municipal Professor José Moura. Mostrar todas as postagens

Início do ano letivo na Escola Professor José Moura



O início dos preparativos das atividades letivas do ano de 2018 na Escola Municipal Professor José Moura, ocorreram no dia 15 de fevereiro. As Acadêmicas Bolsistas: Carla Cozer, Ersoli Grob e Nayara Calisto Chabatura, juntamente com a supervisora Mari Luiza Wisniewski, confecção molduras para fotos do primeiro dia de aula, arco de bexigas e painel de boas vindas. Além disso, as bolsistas participaram da reunião pedagógica da escola, as quais receberam orientações de como auxiliariam na recepção do início das aulas, que aconteceria dia 19 de fevereiro.
Neste dia, as bolsistas Carla Cozer e Ersoli Grob se caracterizaram de personagens para acolhimento e entrega de doces aos alunos. Este ato proporcionou entusiasmo para pais e alunos, que aproveitaram as molduras para registrar este momento. Em seguida, as bolsistas e equipe pedagógica dirigiram-se as salas de aula e recepcionaram calorosamente dando as boas vindas e entregando lembrancinhas para as crianças.
Ressalta-se a participação ativa das bolsistas e supervisora na organização da escola e acolhimento do primeiro dia de aula, que encerram com alegria suas atividades no Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID no dia 28 de fevereiro até a abertura de outro edital.


Texto escrito pelas bolsistas: Carla Cozer, Ersoli Grob e Nayara Calisto Chabatura.
Equipe confeccionando materiais para início do ano letivo

Trabalho da moldura concluído

Recepção dos alunos no primeiro dia de aula, utilizando fantasias

Interagindo com os alunos, fazendo a alegria das crianças

Mural confeccionado para dar boas vindas aos alunos

Arco de bexigas confeccionado para ornamentar a entrada
0

Bolsistas do projeto Mão Amiga CAPES/PIBID atuantes na Escola Municipal Professor José Moura participam do evento PIBID na UNESPAR


Nos dias 08, 09 e 10 de novembro do presente ano, aconteceu no Campus da Universidade Estadual do Paraná em União da Vitória, o III Seminário & V Encontro PIBID UNESPAR, no qual participaram os acadêmicos bolsistas de todos os cursos dos sete Campis da UNESPAR, sendo: Curitiba, Paranaguá, Paranavaí, Apucarana, Campo Mourão e União da Vitória.
No evento os acadêmicos bolsistas, professores, coordenadores e supervisores se reuniram para discutir e socializar as experiências vivenciadas no projeto PIBID, bem como discutiram e avaliaram a importância do mesmo na formação docente inicial. O evento também contou com oficinas, palestras e apresentações de painéis, na ocasião todos se uniram em prol da continuidade do programa.
Contribuindo na realização do evento, as acadêmicas bolsistas atuantes na Escola Municipal José Moura, juntamente com os alunos do projeto confeccionaram uma parte dos crachás que foram distribuídos no encontro. Além disso, o subprojeto Mão Amiga colaborou no credenciamento, bem como participando das oficinas e apresentação de banners, referentes à pesquisas desenvolvidas durante este ano.

A participação no evento para nós bolsistas, foi uma experiência ímpar, maravilhosa e que contribuiu para nosso crescimento intelectual, para a formação docente e dividir e aprimorar nossos conhecimentos.

Texto escrito pelas bolsistas Mirian de Lima e Carla Cozzer

Crachás produzidos com o apoio dos alunos do Projeto Mão Amiga

Equipe de bolsistas que realizaram o credenciamento, juntamente com as coordenadoras

Equipe de bolsistas que realizaram o credenciamento, juntamente com as coordenadoras

Equipe de bolsistas acadêmicas da Escola Municipal Professor José Moura
4

Teatro Chapeuzinho Vermelho


No dia 25 de setembro de 2017, a equipe do Projeto Mão Amiga da Escola Professor José Moura, apresentou em suas dependências, a peça de teatro: “Chapeuzinho Vermelho”.
O teatro contou com cinco personagens: Chapeuzinho Vermelho, representada pela bolsista Nayara; a mãe de Chapeuzinho, interpretada pela bolsista Miriam; o Lobo Mau encenado pela bolsista Tatiane; a bolsista Ersoli, representou a vovozinha e o caçador foi interpretado pela bolsista Carla.
Essa atividade foi desenvolvida, como parte da comemoração do aniversário de 26 anos da escola, que ocorreu na data de 16 de setembro.
Teve como público, os alunos do Ensino Fundamental do 1º ao 5º ano e seus respectivos professores. As crianças ficaram encantadas com o teatro, mesmo sendo uma história bem conhecida, a encenação fez com que se tornasse real, sentir o carinho e a animação dos alunos em cada cena, para toda a equipe foi muito gratificante. A bela história da menina Chapeuzinho Vermelho, além de estimular a imaginação, ensina valores.
  A peça foi apresentada nos períodos matutino e vespertino, pois o interesse da equipe era representar para todos os alunos, para que tivessem a oportunidade de assistir e se encantar com o belíssimo conto.

Texto escrito pela Equipe de bolsistas da escola

Supervisora Eliane e bolsistas do subprojeto

Bolsistas no cenário do teatro
0

Bolsistas acadêmicas da Escola Municipal Professor José Moura trabalham releituras de obras de arte, com os alunos do Subprojeto Mão Amiga CAPES/PIBID


No mês de junho de 2017, as acadêmicas bolsistas do subrojeto Mão Amiga, realizaram atividades voltadas à releitura das obras de arte do artista Romero Britto.
Sendo assim, foram confeccionadas atividades com ênfase no desenvolvimento da coordenação motora fina, visando o movimento de pinça bem como a criatividade e a imaginação além de desenvolver a interação e a socialização de cada aluno participante do projeto.
Neste contexto
[...] a arte propicia à criança expressar seus sentimentos e ideias, colocar a criatividade em prática, fazendo com que seu lado afetivo seja realçado. Tendo essa observação voltada para o âmbito escolar, vemos claramente como as artes visuais são essenciais na interação social da criança e como os professores podem desfrutar desse recurso para isso.  (SILVA; OLIVEIRA; SCARABELLI; COSTA E OLIVEIRA, 2010, p.96)

Com base nas atividades de releituras, foram desenvolvidos também exercícios práticos metodológicos visando à melhoria da escrita e da ortografia.

Texto escrito pelas bolsistas Mirian de Lima e Carla Roberta Rodrigues Cozer.


Referência: SILVA, Elizangela Aparecida da; OLIVEIRA, Fernanda Rodrigues; SCARABELLI, Letícia; COSTA, Maria Lorena de Oliveira; OLIVEIRA, Sâmyla Barbosa. Fazendo arte para aprender: a importância das artes visuais no ato educativo. Pedagogia em ação, v.2, n.2, p.1-117, nov. 2010 –Semestral. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/pedagogiacao/article/viewFile/4850/5029 acesso: 12/06/17.  

Bolsista Mirian apresentando as obras do artista Romero Brito no data show

Bolsista Ersoli apresentando as obras do artista Romero Brito no data show

Aluna produzindo releitura

Alunos produzindo suas releituras juntamente com a bolsista Carla
1

Recreio Dirigido Acontece na Escola José Moura: Brincando e Aprendendo!


A partir da reunião realizada na escola parceira, no dia 17 de fevereiro de 2017, que contou com a presença da diretora Ádria Moleri Metzler, pedagoga Patrícia Louise França dos Santos, acadêmicos bolsistas e a supervisora do subprojeto Mão Amiga foram discutidas uma série de ideias de extrema importância para a o bom desenvolvimento do projeto na escola. Dentre elas, combinamos que seria realizado pelos bolsistas o recreio dirigido, no intuito de envolver os alunos participantes do subprojeto e as demais crianças da escola, promovendo momentos de aprendizagem, desenvolvimento e socialização.
A primeira etapa aconteceu com a pintura de jogos e brincadeiras no chão do pátio da escola.  As variedades de jogos selecionados facilitaram para realização desta atividade, sendo eles: Twistter, Jogo da Velha e Amarelinha. Além destes, os acadêmicos também instigam as crianças a pularem corda e participarem das brincadeiras de roda.
O recreio dirigido busca também, amenizar incidentes e promover a organização, pois no período matutino o intervalo é compartilhado entre município e estado, assim existe muito tumulto e correria, sem objetivo algum. Ressaltando a relevância de se dirigir este ato, pois o termo “recreio” já parte de “recreação” na qual os indivíduos se descobrem e se desenvolvem. Soecki usando da fala de Araújo pontua que:

A recreação teve sua origem na pré-história, quando o homem primitivo se divertia festejando o início da temporada de caça, a habitação de uma nova caverna. Segundo Araújo, 1973 (apud CANTO, 2004), devido a isto houve uma transformação na vida humana com danças primitivas de adoração, invocação dos deuses, rituais fúnebres muitas vezes como aparência recreativa com alegria. Os adultos passavam para as novas gerações, em forma de brincadeiras, as atividades sociais que eram representadas pelo culto religioso e jogos coletivos. A Psicologia, a Pedagogia e a Educação acompanharam a evolução histórica da recreação.


Portanto, este ato de recreação passou de geração para geração, até chegar na pedagogia, que aplicou estes saberes na escola. Assim, percebemos a importância destas atividades para as crianças ampliarem a lógica (jogo da velha), coordenação motora (através do ato de pular corda, jogar twistter e amarelinha), noções de lateralidade ao colocar o pé esquerdo e direito (twistter e amarelinha), e também, o respeito e ordem no ato de organizar filas para a participação em cada atividade, aprendendo, brincando e se divertindo.
Lembra-se, que o recreio é o momento que a criança libera suas energias reprendidas em sala de aula, libertando-se, mas quando a mesma é protagonista de sua própria liberdade, não sabe o que fazer com ela. Por isso o recreio dirigido tem sua necessidade indescritível. Neste sentido Gaelzer citado por Soecki complementa:

No recreio convencional, os alunos lideram e escolhem as atividades, porém essa liberdade nem sempre é usufruída da forma mais adequada. Por meio do recreio organizado com atividades lúdicas, a escola, segundo a autora, pode estimular a formação de normas de moralidade e justiça. Assim, na escola, todo tempo deve ser potencializado para formação desse indivíduo. Todo momento é tempo para educá-lo. Com isso, o recreio precisou ser organizado para possibilitar a construção desse sujeito que antes se encontrava ocioso, ou manifestava-se de forma contrária à esperada pela escola. (GAELZER, 1979)

Conclui-se por meio deste, que este ato ainda constrói moralmente o sujeito, impondo-o disciplina. Sendo todo tempo valioso para educar. Pois como já citado o recreio sem ser dirigido ocasiona conflitos, entre crianças de diferentes idades ou da mesma, que muitas vezes se machucam fisicamente e emocionalmente por meio de brincadeiras inadequadas e prática de bullyng. A atividade dirigida tem sido eficaz, evitando incidentes inoportunos, incentivando a boa convivência e socialização entre os alunos, além de estar desenvolvendo-os em vários aspectos.
A escola José Moura colheu bons frutos através desta prática, as consequências são positivas e é evidente a satisfação dos alunos. Sendo gratificante para os acadêmicos bolsistas que fazem parte desta realização!


 REFERÊNCIAS: 
Disponível em: http://revistanativa.com/index.php/revistanativa/article/viewFile/97/pdf Acesso em: 19/05/2017. 

Texto escrito pela bolsista Nayara Calisto Chabatura

Bolsistas Nayara e Ersoli boleando corda para os alunos pularem

Bolsistas Nayara e Ersoli boleando corda para os alunos pularem

Bolsistas Nayara e Ersoli realizando Jogo da Velha com os alunos
0

Início dos Grupos de Orientação a Pesquisa no Projeto Mão Amiga- CAPES/PIBID


O Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID da escola Municipal José Moura reuniu-se no campus da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR) no dia 16 de março na sala de projetos para a realização da reunião coletiva, com os bolsistas Ersoli Grob, Juliano Dilkin, Nayara Calisto, Verediane Wollinger juntamente com a Professora Supervisora Eliane Cristina dos Santos e a Coordenadora Professora Ms. Rosana Beatriz Ansai, dando assim início aos trabalhos dos grupos de orientação à pesquisa, as quais serão apresentadas pelos acadêmicos bolsistas no III Seminário e V encontro Institucional do Pibid, que realizar-se-á, nos dias 25, 26 e 27 de outubro de 2017, neste mesmo campus. Na pauta foi orientado aos bolsistas sobre os temas dos artigos e suas pesquisas.  
No decorrer do mês de março também ocorreram algumas alterações no quadro dos acadêmicos bolsistas, por razão de conclusão do Curso e remanejamento para escolas mais próximas de suas casas. Sendo assim, nos despedimos dos pibidianos Juliano Dilkin e Verediane Wollinger com sentimentos de imensa gratidão e desejando sucesso em suas caminhadas. E recebemos de braços abertos as novas acadêmicas bolsistas Emanoeli dos Santos Agostinhak e Bruna Tailessa, que vieram para complementar e fortalecer ainda mais a nossa Equipe!

Texto escrito pela bolsista Ersoli Grob e supervisora Eliane Cristina dos Santos.

Grupo de orientação a pesquisa com a Professora Coordenadora Rosana Beatriz Ansai, na UNESPAR

Grupo de orientação a pesquisa

Confraternização de despedida do formando Juliano Dilkin e boas vindas a nova bolsista, Emanoeli Agostinhak

Alunos se despedindo da bolsista Verediane Wolinger que foi remanejada para outra equipe e dando boas vindas a nova bolsista Bruna Tailessa Pinheiro
0

Inicia o ano letivo e a equipe do Projeto Mão Amiga na Escola Municipal Professor José Moura retorna as atividades


Com o início do ano letivo de 2017, a equipe atuante do Projeto Mão Amiga retorna as atividades nas escolas parceiras. Após o primeiro encontro coletivo do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID na UNESPAR com a participação de todos os bolsistas (coordenadoras, supervisoras e acadêmicos), acontece na escola Municipal Professor José Moura, a primeira reunião da equipe com a presença da professora supervisora Eliane Cristina dos Santos, diretora Ádria Moleri Metzler, da pedagoga Patrícia França dos Santos e dos acadêmicos, Juliano Dilkin, Verediane Wollinger, Mirian de Lima, Nayara Calisto Chabatura e Ersoli Grob. Na ocasião foram dadas as boas vindas aos acadêmicos bolsistas com os votos de um excelente e produtivo ano letivo a todos.
A professora Eliane esclareceu os encaminhamentos iniciais para o andamento do projeto na escola parceira, e a diretora Ádria colocou em pauta algumas sugestões que irão dar maior visibilidade as atividades realizadas pelo Projeto Mão Amiga, que por muitas vezes acabam ficando ocultas. As sugestões têm por intuito fortalecer a aproximação de toda a escola com o Projeto, assim como, aprendizagem e conhecimento a favor do desenvolvimento das crianças e dos professores aprendizes, através de práticas pedagógicas e a socialização entre todos.
Entre as proposta dadas pela diretora estava à pintura no chão do pátio da escola, com jogos e brincadeiras conhecidas, que envolvam a alfabetização e estimulação do raciocínio: trilha, amarelinha, jogo da velha e twister. Estas pinturas poderão ser utilizadas pelos bolsistas acadêmicos e alunos atendidos pelo projeto, assim como todas as turmas e demais professores da escola. Após os combinados deram-se início as pinturas.
Vale ressaltar que a brincadeira é uma ferramenta essencial e indispensável para o desenvolvimento da criança em todos os aspectos. E se estas estiverem aliadas aos conteúdos trabalhados em sala de aula, se tornarão especialmente significativas no aprendizado. Através do incentivo dos professores e apoio dos colegas no momento em que estão brincando, as crianças reconhecem a aprendizagem como mérito próprio de seu esforço. 
Com este propósito, a equipe José Moura, encontra-se entusiasmada com as novidades que seguem, juntamente com apoio da equipe pedagógica e gestão escolar, que procuram ser aliadas no desenvolvimento de práticas diferenciadas e enriquecedoras em prol de um ensino de qualidade e superação das dificuldades de aprendizagem.

Texto escrito por:
Juliano Dilkin, Mirian Lima e Eliane Cristina dos Santos.

Bolsistas realizando pintura no pátia

Supervisora e bolsistas realizando pintura no pátio

Supervisora e bolsista

Bolsista realizando pintura no pátio
2

Bolsistas da escola professor José Moura do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID participam do ENALIC 2016, na Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR, em Curitiba


Nos próximos dias 14, 15 e 16 de dezembro, treze bolsistas do Projeto Mão Amiga Capes/PIBID, acadêmicos e Coordenadoras de Área, estarão participando do VI ENALIC – Encontro Nacional das Licenciaturas, juntamente com o V Seminário Nacional do Pibid, o IV Encontro Nacional de Coordenadores do PIBID e X Seminário Institucional PIBID PUC\PR - ENALIC 2016. Os eventos acontecerão na PUCPR, na cidade de Curitiba, Paraná e devem contar com cerca de 2500 participantes de todo o país.
Dentre os bolsistas participantes, quatro acadêmicos compõem a equipe da escola parceira Professor José Moura. Os bolsistas realizaram seus estudos e trabalhos científicos com muito empenho e dedicação, todos os trabalhos foram aceitos e agora terão a oportunidade de participar dessa fascinante troca de experiências entre estudantes/pesquisadores de todos os lugares deste imenso BRASIL.
A participação em eventos como este, de altíssimo nível, tem sido cada vez mais valorizada e pesam consideravelmente no currículo, sem contar na vivência e aprendizado que proporcionam a todos os envolvidos.
Na edição 2014, durante o encerramento do 5º Encontro Nacional das Licenciaturas - ENALIC, 4º Seminário Nacional do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID e 11º Seminário de Iniciação à Docência, o Coordenador-Geral de Programas de Valorização do Magistério da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES, Helder Eterno da Silveira, falou sobre o evento, "Eventos assim possibilitam encontros e essa é a parte mais importante, pois, a partir deles, é possível planejar conjuntamente, conhecer o trabalho do outro e possibilitar novas interações." (MORATO, 2014).
A Professora Alessandra de Assis, presidente do ForPibid, fez a leitura da Carta de Natal, desenvolvida durante o encontro. Segundo o texto da carta, o programa também "tem possibilitado a revitalização das licenciaturas, a vivencia dos licenciandos, o reconhecimento do professor da educação básica como co-formador, o compartilhamento de práticas formativas entre as diversas áreas do conhecimento, a melhoria da qualidade do ensino, a melhoria do desempenho e da motivação dos estudantes da educação básica, a ampliação de locais de discussão sobre prática docente, o desenvolvimento de praticas educativas, a sinergia entre demais programas da Capes e o desenvolvimento de projetos e práticas interdisciplinares. Assim, os desafios deixam de ser problemas insolúveis e passam a ser objetos de investigação para a pesquisa e para a construção de alternativas. Isso se desdobra em experiências formativas qualificadas." (MORATO, 2014)
Todos nós Pibidianos, bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID, fazemos votos que o Programa permaneça, oportunizando ainda mais pessoas a vivenciarem em sua formação essa integração entre Educação Básica e Ensino Superior, preparando o licenciando para se tornar um profissional qualificado e aberto a inovações.
Texto escrito pela supervisora Eliane Cristina dos Santos

Acadêmicos bolsistas da Escola José Moura que participarão do V ENALIC
2

Equipe do Projeto Mão Amiga da Escola Municipal Professor José Moura tem nova supervisora


No mês de setembro ocorreram algumas modificações na equipe do Projeto Mão Amiga atuante na Escola Professor José Moura, dentre elas a alteração de supervisoras, pois a professora Adriane Elisa Dombrowski precisou afastar-se de suas atividades na escola para iniciar o doutorado na Universidade de Lisboa em Portugal. Sendo assim, o acadêmico bolsista Juliano Dilkin realizou uma breve entrevista com a professora sobre sua passagem no subprojeto, na qual destacou as contribuições e aprendizagens durante o tempo em que esteve à frente da supervisão do subprojeto Mão Amiga na referida escola parceira. Nesse contexto segue a entrevista:

1) Descreva um pequeno texto contando sua formação e atuação na Escola Professor José Moura até os dias atuais.
“Sou formada em Ciências e em Matemática com especialização em Pré-Escola e Séries Iniciais pela FAFI-UV, e mestrado em Educação Matemática e em Ciências pela UFPR. Atuo como professora dos Anos Iniciais da Educação Básica desde 1997 na Escola Municipal Prof. José Moura, a qual tenho um carinho especial, porque além de ser o meu local de trabalho, foi a escola em que estudei. Para mim, a Escola José Moura se constitui numa verdadeira família, pois lá passei a maior parte de minha vida, tive muitos aprendizados e fiz muitas amizades”.

2) Há quanto tempo está como supervisora do Projeto Mão Amiga na escola e qual a sua relação com o grupo atuante de bolsistas acadêmicos? Quais as considerações a fazer diante do trabalho desenvolvido no subprojeto para com os alunos da escola?
“Atuo como supervisora do subprojeto Mão Amiga há mais de dois anos, tenho uma excelente relação com o grupo de acadêmicos bolsistas que integram a equipe bem como com as coordenadoras e demais supervisoras. Na escola, os acadêmicos desenvolvem um trabalho de regência assistida com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem e o meu papel se constitui em ser co-formadora destes acadêmicos. É relevante ressaltar essa interação entre a Universidade e a Escola Básica neste processo de formação inicial dos acadêmicos, proporcionando uma formação docente inicial de qualidade e colaborando para a melhoria da qualidade educacional dos alunos da Escola Básica”.

3) Qual motivo que lhe desafia para uma nova experiência e mudança em sua vida? Comente brevemente sobre como ocorreu esse processo, aonde irá, o que fará.
“Depois de formar-se professor (a) a formação continuada é constante. E estudar depois de ter a experiência em sala de aula, faz toda a diferença nesse processo. As minhas inquietações enquanto profissional, a pesquisa em si, as leituras, me instigam sempre a estudar e a buscar didáticas mais eficientes. Neste âmbito, atualmente, curso o Doutorado no Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, na área da Didática da Matemática e busco novas aprendizagens, aprofundando os conhecimentos matemáticos e didáticos acerca das investigações matemáticas para melhor atuar em sala de aula e para contribuir com os meus pares”.

4) O que o subprojeto Mão Amiga proporcionou durante sua atuação como supervisora, quais pontos positivos ou negativos a serem destacados?
“Participar do Projeto Mão Amiga possibilitou novas aprendizagens, a formação continuada e o aperfeiçoamento profissional. Estar com os acadêmicos é poder dar minha contribuição para a formação docente inicial. Foram muitos os pontos positivos relacionados à participação no subprojeto, e a participação em eventos científicos juntamente com todo o grupo foi muito significativa, pois através das apresentações pode-se mostrar o trabalho produzido nas escolas parceiras e os resultados das pesquisas desenvolvidas”.

5) Destaque em algumas palavras o sentimento que tem nessa oportunidade de aprofundamento de estudos na sua linha de pesquisa, o que espera futuramente para sua formação docente? Quais expectativas para a vida?
“Estou muito feliz por ter a oportunidade de cursar o Doutorado em Educação Matemática que se constitui na linha de pesquisa em que me identifico, devido a minha formação. Espero, através de leituras e pesquisa, contribuir para este campo investigativo e me tornar uma profissional e pessoa melhor”.

Com o afastamento da professora Adriane, ocorreu a necessidade de uma nova supervisora para atuar junto à equipe supracitada. Neste contexto, ingressou ao subprojeto, para ocupar o cargo de supervisora, a professora Eliane Cristina do Santos, a qual já foi acadêmica bolsista em tempos anteriores, e responsável pela criação do nome do subprojeto Mão Amiga. Nessa perspectiva, a professora Eliane demonstra-se entusiasmada e feliz em dar sequência ao trabalho supervisionado pela professora Adriane e fazer parte da equipe “José Moura”.
             Sendo assim, o grupo se mantém firme no andamento das atividades e parceria com a escola, com muita alegria e motivação na busca por minimizar as dificuldades de aprendizagem dos alunos, com o apoio essencial da professora Eliane.
Texto escrito pelos bolsistas Juliano Dilkin e Mirian Lima

Acadêmicos bolsistas na reunião de despedida da  Professora Supervisora Adriane

Acadêmicos bolsistas na reunião de recepção à Professora Supervisora Eliane
3

Projeto Mão Amiga retorna às atividades na Escola Professor José Moura


O subprojeto Mão Amiga, no mês de agosto reiniciou suas atividades referente ao 2º semestre. No entanto houve mudanças no quadro da equipe da escola José Moura, sendo elas o remanejamento do bolsista acadêmico Ricardo Rocha para a Escola Municipal Melvin Jones e a entrada da nova acadêmica Nayara Calisto Chabatura.
A equipe encontra-se animada com as turmas atendidas buscando propiciar atividades lúdico-pedagógicas que visem amenizar as dificuldades de aprendizagem de cada aluno. Neste ínterim, Almeida destaca que:

A educação lúdica, além de contribuir e influenciar na formação da criança e do adolescente, possibilitando um crescimento sadio, um enriquecimento permanente, integra-se ao mais alto espírito de uma prática democrática enquanto investe em uma produção séria do conhecimento. Sua prática exige a participação franca, criativa, livre, crítica, promovendo a interação social e tendo em vista o forte compromisso de transformação e modificação do meio. (ALMEIDA, 2003, p. 57)

Neste contexto, as práticas desenvolvidas no Projeto contribuem significativamente no processo de desenvolvimento das crianças participantes, a fim de proporcionar novas experiências, conhecimento de mundo, interação com o meio e socialização.
Assim, as vivências em sala de aula tornam-se, por meio de relação teoria e prática (práxis), essenciais para a ampliação do processo ensino/aprendizagem tanto para a formação inicial docente dos acadêmicos bolsistas quanto para o público de alunos que apresentam dificuldades de aprendizagens.

REFERÊNCIA
ALMEIDA, Paulo Nunes de. Educação lúdica: prazer de estudar. Técnicas e jogos pedagógicos. 11ª. ed. São Paulo: Loyola, 2003.



Texto escrito pelos bolsistas: Juliano Dilkin, Ersoli de Cássia Quirino Grob, Mirian de Lima, 
Janaína de Cássia Fonseca Pinto e Nayara Calisto Chabatura.

Trabalho sobre Olimpíadas e Dia dos Pais

Alunos jogando
1

Bolsistas da Escola Prof. José Moura desenvolvem ações pedagógicas e de formação docente e dão boas vindas aos novos integrantes do Projeto


Durante os meses de abril e maio, os acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob, Juliano Dilkin e Miriam de Lima do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID da escola Professor José Moura realizaram a produção de artigos para o XII Encontro Científico Pedagógico e IX Simpósio de Educação do Curso de Pedagogia da Universidade Estadual do Paraná – UNESPAR/Campus de União da Vitória, o qual nesta edição terá como tema em discussão “Educação, Diversidade e Políticia Públicas”. Na ocasião, realizaram-se discussões e  correções necessárias aos artigos elaborados pelos acadêmicos sob a orientação da supervisora do Projeto, professora Adriane Elisa Dombrowski que contribuiu com seu saber e reflexões sobre a produção dos mesmos.
Neste mesmo período ocorreu o ingresso de novos acadêmicos bolsistas para o Projeto: Jéssica Moura da Silva, Ricardo Rocha e Janaína de Cássia Fonseca Pinto Martins, os quais carinhosamente foram recebidos pelos acadêmicos veteranos. Juntos, com muito entusiasmo, confeccionaram bases para lembrancinhas do Dia das Mães dos alunos das turmas de 1º. ano. Também houve a construção de jogos pedagógicos, a fim de complementar o acervo de materiais lúdicos para que as professoras, pois estes poderão ser  utilizados conforme o planejamento das aulas com o objetivo de proporcionar uma aprendizagem enriquecedora e significativa no desenvolvimento dos alunos. Vygotsky, Leontiev, Luria (p. 2, 1991) afirmam que:

O curso do desenvolvimento precede sempre o da aprendizagem. A aprendizagem segue sempre o desenvolvimento. Semelhante concepção não permite sequer colocar o problema do papel que podem desempenhar no desenvolvimento a aprendizagem e a maturação das funções ativadas no curso da aprendizagem. O desenvolvimento e a maturação destas funções representam um suposto, e não um resultado da aprendizagem. A aprendizagem é uma superestrutura do desenvolvimento, e essencialmente não existem intercâmbios entre os dois momentos.

Nesse contexto, é importante ressaltar a necessidade de materiais lúdicos como ferramentas essenciais a fim de proporcionarem uma aprendizagem mais prazerosa e que fortemente se refletirá na formação social e desenvolvimento individual dos alunos.
O grupo do Projeto Mão Amiga desenvolve continuamente leituras, fichamentos, produção de materiais lúdicos e intervenções pedagógicas, numa perspectiva consciente à prática docente que revela a reflexão sobre a ação do que se é desenvolvido na sala de aula.


Referência bibliográfica
VYGOTSKY, Lev S.; LEONTIEV, Alexis; LURIA, Alexander Romanovich. Psicologia e Pedagogia: bases psicológicas da aprendizagem e do desenvolvimento. 1ª Ed. São Paulo: Moraes, 1991.


Texto escrito pelos bolsistas Juliano Dilkin e Ersoli de Cássia Quirino Grob

Bolsistas discutindo encaminhamentos

Bolsistas confeccionando bases para lembranças dos Dias das Mães
0

Acadêmicos bolsistas da Escola José Moura organizam-se em seus estudos e planejamentos


No dia quatro de abril de dois mil e quinze reuniram-se nas dependências da Escola Municipal Prof. José Moura os acadêmicos bolsistas: Juliano Dilkin, Ersoli de Cássia Quirino Grob, Janaíne Gonçalves de Oliveira, Mirian de Lima, Jeniffer Venâncio juntamente com sua filha Heloá e a supervisora Adriane Elisa Dombrowski. Durante a reunião realizou-se o planejamento do mês de abril, estudos e socialização de ideias em relação aos artigos produzidos. Organizou-se a sala do Projeto e os materiais que serão utilizados no decorrer das atividades.
Na oportunidade, deram-se as boas vindas à acadêmica Mirian de Lima que fará parte da equipe da escola, bem como os encaminhamentos com relação à licença maternidade da acadêmica Jeniffer Venâncio, e a organização do trabalho da acadêmica Janaíne Gonçalves de Oliveira até a data de seu desligamento, devido à conclusão do curso de Pedagogia.
Parabenizamos a acadêmica bolsista Janaíne Gonçalves de Oliveira por sua dedicação, responsabilidade e competência pelos três anos de atuação no Projeto Mão Amiga do curso de Pedagogia da UNESPAR/UV e desejamos que tenha muito sucesso em sua vida profissional.

 Texto escrito pelos acadêmicos bolsistas da Escola Municipal Prof. José Moura.

Equipe de bolsistas e professora supervisora
0

Bolsistas da Escola Municipal Prof. José Moura reúnem-se para estudos e reflexões


No dia 10 de março de 2016, reuniram-se nas dependências da Escola Municipal Professor José Moura, os acadêmicos Ersoli de Cássia Quirino Grob, Janaíne Gonçalves de Oliveira, Juliano Dilkin e a professora supervisora Adriane Elisa Dombrowski do Projeto Mão Amiga do Curso de Pedagogia da UNESPAR/UV para estudos e reflexões sobre o trabalho desenvolvido na escola. Durante o encontro realizaram-se fichamentos e apontamentos para o andamento do Projeto, pois, acredita-se, que é de suma importância o planejamento e os estudos relacionados à educação e formação docente inicial.
Enquanto não se iniciam as atividades com os alunos, devido à atual conjuntura política e econômica, os acadêmicos bolsistas estão em constante leitura e organização para que o desenvolvimento do Projeto seja efetivamente produtivo. Segundo Paro (p. 21, 2010) “O papel do educador, de quem se espera que detém o conhecimento, é o de apresentar ou expor determinado conteúdo que, por sua vez, tem como obrigação esforçar-se por compreender em reter tal conteúdo”. Desta forma, evidencia-se a importância da formação acadêmica para melhoria da prática pedagógica dos professores a partir de uma inserção da universidade para a escola.
A partir da prática pedagógica realizada no ano de 2015, analisaram-se e discutiram-se as ações aplicadas, sendo, assim, conseguiu-se observar as problemáticas do cotidiano, ampliando os horizontes e reflexões.
De acordo com Nóvoa (1997, p. 23) “O aprender contínuo é essencial e se concentra em dois pilares: a própria pessoa como agente, e a escola, com lugar de crescimento profissional permanente.” Para que ocorra uma formação contínua faz-se necessário uma parceria entre a universidade e a escola, assim visando uma formação acadêmica de qualidade e a aprendizagem significativa dos alunos na escola parceira.
Nossas perspectivas para o ano de 2016 são aprimorar os nossos conhecimentos a fim de contribuir para a dinamização do processo de ensino e superação das dificuldades de aprendizagem dos educandos e de que o Projeto continue em seu formato atual, sem descaracterizações.

Texto escrito pelos acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob, Janaíne Gonçalves de Oliveira e Juliano Dilkin.

Referências:
NÓVOA, Antonio. (coord). Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1997.

PARO, Vitor Henrique. Educação como exercício do poder: crítica ao senso comum em educação. 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2010. 

Professora supervisora e bolsistas acadêmicos em grupo de estudos na Escola Municipal Professor José Moura
2

Bolsistas da Escola Prof. José Moura utilizam o LIFE para elaborar jogos pedagógicos


No dia 10 de novembro de 2015 os acadêmicos bolsistas Juliano Dilkin, Ersoli de Cássia Quirino Grob, Jeniffer Venâncio, Janaíne Gonçalves e a supervisora Adriane Elisa Dombrowski da Escola Municipal Professor José Moura reuniram- se no Laboratório Interdisciplinar de Formação de Educadores (LIFE) da Universidade Estadual do Paraná, UNESPAR, Campus de União da Vitória, para a elaboração de sequências didáticas e confecção de jogos que têm por finalidade auxiliar de forma lúdica o processo de ensino e aprendizagem dos educandos das escolas parceiras da rede municipal de ensino.
Na oportunidade, discutiram-se as melhores estratégias e métodos para a execução das sequências e definiram-se as possíveis datas de aplicação junto aos educandos participantes do Projeto.
Acredita-se que a parceria entre a escola e a Universidade é indispensável para a construção de uma formação de qualidade, na qual todos colaboram para o processo educativo, tanto dos alunos da escola pública como dos acadêmicos da Universidade que além de unir a teoria e a prática, realizam diversas transformações sociais e a superação das dificuldades de aprendizagem dos educandos participantes deste processo. Tudo isso é possível através deste belo Projeto intitulado Projeto Mão Amiga do Curso de Pedagogia da UNESPAR/UV.


Texto escrito pela bolsista Janaíne Gonçalves

Início dos trabalhos da noite
Bolsistas confeccionando jogos
Discussão das sequências didáticas
Bolsistas e os jogos produzidos
0