O filme sugerido retrata o dia a dia de um jovem professor que, em sua prática, depara-se com alunos indisciplinados. Este filme é tido como um clássico, evidenciando em seu bojo alguns problemas e medos com os quais os adolescentes do anos 60 defrontavam-se.
"Ao mestre, com carinho" encontra-se disponível no link:
Os livros publicados pelo Projeto Mão Amiga já estão disponíveis no site do PIBID da UNESPAR. Além disso, é possível encontrar no mesmo link (exposto logo abaixo) uma variedade de trabalhos, de outros projetos, publicados por intermédio do PIBID. Diante dessa facilidade, acesse e fique atualizado! Boa leitura!
A partir da concepção do Paradigma da Complexidade, a autora apresenta a metodologia de projetos como um opção globalizadora para o ensino e a aprendizagem escolar. Bem como explica o uso de contratos didáticos e portfólios como instrumentos construtivos de aprendizagem e de avaliação. O texto tem uma abordagem atual e as ideias estão expostas de forma clara e pertinentes à prática pedagógica docente.
É uma boa opção de leitura e estudo!
Obra indicada por: Professora Dr. Kelen dos Santos Junges, coordenadora de área do projeto Mão Amiga CAPES/PIBID.
Para quem gosta e ainda não viu, vale a pena conferir este site, o qual está repleto com muitas obras de Paulo Freire, algumas até de difícil acesso impressas. Além disso, também tem vídeos! Eis o link para acesso:
A épica adaptação para as telas, assinada por George Stevensde, é um dos mais comoventes documentos surgidos após a Segunda Guerra Mundial: o diário de uma garota judia de treze anos de idade, chamada Anne Frank. Para escapar aos horrores da perseguição nazista, Otto Frank escondeu sua esposa e suas duas filhas, Anne e Margot em um sótão desocupado em Amsterdã por dois anos. Lá, também escondidos, estavam o Sr. e a Sra. Van Daan , seu filho Peter e um dentista, o Sr. Dussel . Em seu diário, Anne registra as dificuldades e os medos das pessoas à sua volta que tentavam viver uma vida normal, mesmo estando confinadas no minúsculo sótão e sob a ameaça de serem descobertos pela Gestapo. O estresse e a tensão quase insuportável da situação são habilmente expostos neste filme marcante e tocante, vencedor de três prêmios Oscar.
Sinopse retirada e adaptada do site denominado Filmes de Cinema.
O "Menino do Pijama Listrado" é uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável. Na trama, Bruno, um garoto de nove anos, não sabe nada sobre o Holocausto e a Solução Final contra os judeus. Também não faz ideia de que seu país está em guerra com boa parte da Europa e, muito menos, de que sua família está envolvida no conflito. Na verdade, Bruno sabe apenas que foi obrigado a abandonar a espaçosa casa em que vivia em Berlim e mudar-se para uma região desolada, onde ele não tem ninguém para brincar nem nada para fazer. Da janela do quarto, Bruno pode ver uma cerca, e, para além dela, centenas de pessoas de pijama, que sempre o deixam com um frio na barriga. Em uma de suas andanças, o menino conhece Shmuel, um garoto do outro lado da cerca que curiosamente nasceu no mesmo dia que ele. Conforme a amizade dos dois se intensifica, Bruno vai aos poucos tentando elucidar o mistério que ronda as atividades de seu pai. "O Menino do Pijama Listrado" é, de fato, uma fábula sobre amizade em tempos de guerra, e sobre o que acontece quando a inocência é colocada diante de um monstro terrível e inimaginável.
Sinopse retirada e adaptada do site da Livraria Saraiva.
Sugerimos: Biblioteca de livros digitais, o link tem livros direcionados para algumas idades, sendo que a leitura é realizada online e traz a possibilidade de ouvir e observar as histórias, visto que elas são animadas. Vale ressaltar que o o site é desenvolvido pelo Governo de Portugal, pelo plano nacional de leitura e, por isso, essa mídia digital está em português de Portugal.
Pro Dia Nascer Feliz flagra o dia-a-dia e adentra a subjetividade de alunas e professores de Pernambuco, São Paulo e Rio de Janeiro. As entrevistas são intercaladas com sequências de observação do ambiente das escolas. Sem exercer interferência direta, a câmera flagra salas de aula, esquadrinha corredores, pátios e banheiros, testemunha uma reunião de conselho de classe (onde os professores decidem o destino curricular dos alunos "difíceis") e momentos de relativa intimidade pessoal dos envolvidos.O filme está disponível no link: Pro dia Nascer Feliz.
O filme impulsiona-nos a revisitarmos as nossas concepções de práticas educativas, com ênfase aos professores que tivemos, aos professores que somos e aos que queremos e/ou idealizamos ser. Também é pertinente ressaltarmos que nem todas as cenas do filme evidenciam uma realidade compatível com uma vivência que se correlacione com as possibilidades em sala de aula. No entanto, essa produção cinematográfica potencializa o nosso olhar educacional, provocando uma série de sentimentos positivos que só vêm à tona quando se sabe o que nos leva a querer ser e continuar sendo professor.
O senhor Clark saiu de uma escola provinciana porque supunha que ali não havia mais desafios a vencer, ou seja, que a docência, por melhor que fosse, não lhe ofertava um retorno de "ó, estou fazendo a diferença". Sendo movido pela máxima de mudar positivamente o meio circundante, ele ruma para um local onde é detectável a marginalização da sociedade. O emprego que consegue em uma das escolas aumenta o seu anseio de fazer a diferença. Em contrapartida, a escola não se preocupa em promover e/ou aceitar mudanças. Eis, assim, a imposição de uma barreira quase intransponível.
Já em sala de aula, ao instaurar regras de boa convivência, calcando-se na ideia de que a turma compõe uma família, também se consagra em uma proposta falha. É assim, em meio às ideias que não vingam, que o educador vai tentando encontrar o tom certo para a sua intervenção.
Antes de ingressar em sala, o professor, orientado por uma boa vontade sem precedentes, empreende uma jornada para conhecer as famílias dos seus futuros alunos. A tentativa do conhecer, infelizmente, não é bem aceita e por isso não gera os resultados esperados.
O que o filme apresenta são alunos que além de não receberem estímulo da família, também não esperavam recebê-lo da escola. Dada a sedimentação dessa visão atenuante e negativa, a empolgação do professor recém-contratado ecoa na sala e retorna trazendo consigo dissabores de quem já não acredita nos poderes transformativos da educação; afinal, beira ao impossível a missão de mudar o que não quer ser mudado.
Mesmo assim, não se dando por vencido, o professor visa a buscar diferentes metodologias para cativar aos alunos, ao passo que precisa desvincular-se da perseguição do diretor e da ausência de estímulos que a escola destinava às turmas que mais precisavam. Basicamente é esse o enredo de “O Triunfo”, sendo que uma análise crítica requer que pensemos nos seguintes aspectos:
Em termos de análise via olhar da Psicologia da Educação, a compreensão do aluno é um dos destaques da história. O professor Clark é a personificação do docente comprometido com o meio educacional: ele busca, incansavelmente, atingir a totalidade de se conhecer as minúcias que cercam cada educando seu. Assim, como afirma Piletti (1998, p.20) “O aluno não é um ser ideal, abstrato. É uma pessoa concreta, com preocupações e problemas, defeitos e qualidades”. Todos os discentes receberam a devida atenção do mestre: após conhecer a problemática que acometia cada ser em formação que lhe fora conferido, o senhor Clark não mediu esforços para atenuar e/ou solucionar os empecilhos que influenciavam os alunos a terem comportamentos negativos em relação aos estudos. Transposto isso, foi nítido o desenvolvimento dos educandos, sendo que nas cenas finais do filme cada aluno recebeu um troféu pela qualidade/característica diferenciada que tinha.
Não podemos deixar de mencionar que, ao instaurar nos educandos o anseio do aprender, a turma consagrou-se como a melhor, segundo o teste aplicado ao final do ano (similar a provinha Brasil). Esse resultado surpreendeu a todos, no entanto, foi apenas um mecanismo que tornou visível todo o empenho do docente. Na verdade, como o próprio professor comentou, não é um teste que deve mover a escola, mas sim as aprendizagens construídas. Esse tipo de avaliação ajuda a “medir” a internalização do conteúdo por parte dos discentes, porém a sua potencialidade para aí; não consegue medir a humanidade que a sala de aula emana ou o quanto um professor, pela sua postura, muda a direção de vidas.
A compreensão do processo ensino-aprendizagem, outro aspecto fundamental elencado por Piletti (1998), foi um dos alicerces primordiais do roteiro de “O Triunfo”. O professor pensou e repensou muitas vezes como que esse processo se dava em sua turma: a busca pela maneira mais eficaz de despertar a atenção e a aprendizagem dos alunos foi densa e reuniu uma série de tentativas, algumas frustradas, outras bem sucedidas. Saber e dominar o conteúdo a ser lecionado não oferta ao docente a garantia de sucesso frente à sala de aula, o que promove esse sucesso é compreender qual é a linguagem e a postura que mais cativa os educandos na hora da assimilação do conteúdo. As aspirações e as necessidades dos aprendizes têm papel de vital importância no processo de ensino-aprendizagem e cabe ao educador perceber isso e visar a adequar o seu trabalho, da melhor forma possível, aos anseios do coletivo.
Já a compreensão do papel do professor deve passar pela ideia de que nenhum docente é o detentor da verdade. Logo, há a recorrência ao princípio que move ou deveria mover todo educador “Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender” (FREIRE, 1996, p. 23). Alunos e professores revezam-se no aprender e no ensinar e esse é um processo perfeitamente natural. Nesse âmbito ainda soma-se a ideia de que o professor não é apenas um mero transmissor de conhecimentos, mas um exemplo adulto para seres em formação, uma espécie de vitrine sempre em evidência, sendo que qualquer erro postural repercute negativamente em todo o processo educacional. Não é raro lembrarmo-nos com saudosismo do relacionamento que tivemos com determinados professores; talvez não lembremos com exatidão do conteúdo que foi ministrado por eles, mas a postura (positiva ou negativa) jamais será esquecida.
Por fim, resta-me responder à reflexão proposta pelo questionamento: "será que você enquanto professor teria habilidade, desejo e força de vontade para fazer o que este professor fez? Se ele conseguiu, você também conseguiria?". Inicialmente, revelo a minha admiração para com a figura do professor veiculada pelo filme. Na prática, acredito que faço de tudo para melhorar a realidade em que estou inserida enquanto professora; não foram poucas às vezes em que levei para além do ambiente de trabalho determinados alunos em pensamento. Levar trabalho para casa e para as horas de folga é uma das características mais marcantes de um professor comprometido e apaixonado pela profissão que escolheu: assim, do nada, em pleno almoço de domingo, vem à tona uma ideia de como solucionar um problema ou como abordar um tema em sala de aula.
Ficou evidente que o professor Ron Clark não tinha vida social e que todo o tempo era destinado a pensar na próxima intervenção para com os alunos. Isso é um ponto negativo. Apesar de sermos professores e de jamais a sociedade nos desvincular desse papel, a vida social é importantíssima para que nos sintamos completos.
Acredito, também, que todo docente, seja eu ou meus colegas, pode promover mudanças positivas nas turmas em que leciona. Para tanto, o estabelecimento de vínculos com os discentes é fundamental para chegar-se ao cerne da questão e a partir daí construir as pontes tão necessárias para a consolidação de uma educação mais humana; afinal, muros qualquer professor constrói, pontes só os melhores e vocacionados, sendo que o triunfo é o resultado de todo esse processo.
BIBLIOGRAFIA
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. 39. ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
PILETTI, Nelson. Psicologia Educacional. 6 ed. São Paulo: Ática, 1998.
Texto escrito pela bolsista do Mão Amiga: Simone Luiza Kovalczuk
Sugerimos, para a realização de leitura, o livro da Sylvia Maria Ciasca, intitulado Distúrbios de Aprendizagem: Proposta de Avaliação Interdiciplinar. Não é possível realizar o download, pois a visualização dá-se, apenas, na tela do computador. Vale ressaltar que algumas páginas do livro estão indisponíveis e que o mesmo têm direitos autorais.
William Hundert é um professor da St. Benedict's, uma escola preparatória muito exclusiva para rapazes que recebe "a nata" da sociedade americana. Lá Hundert dá lições de moral para serem aprendidas, através do estudo de filósofos gregos e romanos. O professor permeia as suas aulas com a seguinte consideração "o caráter de um homem é o seu destino" e se esforça para impressionar os alunos sobre a importância de uma atitude correta. Repentinamente, a rotina é abalada com a chegada de Sedgewick Bell, o filho de um influente senador. Sedgewick entra em choque com as posições de Hundert, que questiona a importância daquilo que é ensinado. Mas, apesar desta rebeldia, Hundert considera Sedgewick bem inteligente e acha que pode colocá-lo no caminho certo, chegando mesmo a inseri-lo na final do Senhor Julio Cesar, um concurso sobre a Roma Antiga. No entanto, o educando trai a confiança do mestre ao arrumar um jeito de trapacear. O filme está disponível no link em: O Clube do Imperador.
Sinopse retira e adaptada do site denominado Adoro Cinema.
Sugerimos, para a realização de leitura, o livro do Paulo Freire, intitulado Pedagogia do Oprimido. Sendo possível realizar o download; vale ressaltar que o livro tem direitos autorais.
Uma ótima sugestão de blog para acessar é o Psicopedagogiando. Lá há inúmeros livros infantis. A variedade é enorme e traz autores como: Pedro Demo, Rubem Alves, Vitor da Fonseca, entre outros. Para baixar basta clicar nos links, mas para isso é necessário ter cadastro no www.4shared.com.
Recomendamos o site MacaulayLibrary que contém 150.000 gravações de áudio e de vídeos dos mais variados animais. Salientamos que esse endereço eletrônico pode ser acessado de maneira gratuita. O único inconveniente é que o site é todo em inglês, no entanto, vale a pena acessá-lo mesmo assim, pois o som emitido pelos animais é universal.
" Educação Proibida" é um documentário que se propõe a questionar as lógicas da escolarização moderna e a forma de entender a educação, mostrando diferentes experiências educativas, não convencionais que propõem a necessidade de um novo modelo educativo.
Que crianças e que jovens estão sendo formados nas escolas? Que valores e conhecimentos carregam? A escola é realmente um espaço educativo? Com estas e outras preocupações, um grupo de jovens argentinos viajou por oito países ibero-americanos para produzir um documentário que contribua com reflexões sobre o modelo tradicional de educação.
O resultado dessa viagem é o filme A educação proibida (em espanhol, La educación prohibida), que está disponível gratuitamente on-line e em formatos de distribuição livre, que podem ser reproduzidos em casa, na escola e até em salas de cinema.
Esta produção independente, com a participação de mais de 700 pessoas, traz diversas experiências educacionais e a opinião de professores e teóricos interessados em repensar a educação promovida atualmente nas escolas. Um dos diretores da película, German Doin, de 24 anos, diz que a escola precisa se democratizar profundamente: “Muitas vezes, o que acontece nas aulas não coincide com o que se espera dos alunos. Isso ocorre porque a escola mantém uma estrutura rígida, que impõe ideias e se esquece de promover as experiências de vida”.
Apesar de o áudio ser em espanhol, é possível ativar legendas em português. O filme tem duas horas e meia de duração, mas vale a pena reservar um tempo para assisti-lo atentamente, em casa ou mesmo em reuniões de professores.
O livro Educação como prática da liberdade de Paulo Freire, o aquivo em questão se encontra em formato de áudio, sendo possível realizar o seu download completo.