Feliz Aniversário!

Denise Delonzek - 02/05

Josi Borille - 07/05

Jeanini - 12/05

Schayanne Valório - 15/05


0

Equipe do Projeto Mão Amiga auxilia na confecção da lembrancinha para o Dia das Mães



      De acordo com o calendário nacional, no segundo domingo de maio comemora-se o Dia das Mães. Conforme a tradição, as escolas, em parceria com os alunos, confeccionam lembranças em comemoração à data.
Na Escola Municipal Guia Lopes não foi diferente, e a equipe de acadêmicas bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID auxiliou a equipe gestora na elaboração das lembrancinhas.
    Antes da efetivação da lembrancinha, houve um período de incessante diálogo entre os envolvidos, pois a intencionalidade era a de pensar uma atividade diferente, onde houvesse uma participação especial das crianças.
    Então, veio à tona a ideia de solicitar de todo o alunado a “doação” de um vidro de conserva vazio. Recolhida a quantidade necessária, o segundo passo, empreendido também pela equipe do Projeto Mão Amiga, foi o de pintar, com tinta específica, todos os potes.
    Sequencialmente, todos os discentes, a equipe gestora e as professoras foram para a cozinha, para fazer sequilhos. Frente a essa experiência, as crianças puderam vivenciar o sentimento de que estavam produzindo, com as próprias mãos, algo para as mães. Depois dos sequilhos feitos, cada educando participou de uma seção de fotos, vestido a caráter e incorporando a postura de um cozinheiro.
    Por fim, a montagem do pote-presente pautou-se na inserção dos sequilhos, que foram acompanhados pela foto impressa da criança e da receita utilizada. Diante disso, cada discente levou para a casa, como uma lembrancinha para o Dia das Mães, a materialização de um trabalho em equipe.
    A equipe do Projeto Mão Amiga sentiu-se imensamente grata pela experiência adquirida, principalmente por ter cooperado com o olhar gestor que a instituição precisa ter diante de ações que mobilizam toda a comunidade escolar.


Texto escrito pelas bolsistas Renata Penteado e Simone Luiza Kovalczuk

Bolsistas acadêmicas confeccionando lembrancinhas
Painel para fotos
Vidros finalizados



1

Bolsistas do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID produzem materiais para compor o ambiente da sala de aula destinada ao atendimento dos alunos na Escola Vitória Fernandes


      A Escola Vitória Fernandes presa pela qualidade do atendimento das crianças e valoriza a participação do Projeto no atendimento aos alunos com dificuldades de aprendizagem. Neste ínterim, o mês de abril foi de grande trabalho e dedicação para tornar a sala, destinada ao atendimento do Projeto Mão Amiga aos pequenos, um ambiente acolhedor.
      Para essas adequações, foram confeccionados materiais que são necessários para compor um ambiente alfabetizador, onde a prática de ensino seja pautada na ludicidade como ferramenta de aprendizagem. Este ambiente não prima apenas pela aparência, mas sim por materiais que possibilitem às crianças a construção de seu próprio conhecimento.


Texto escrito pela bolsista acadêmica Dulcimara Tomki de Lima

Confecção da tabuada
Números
Alfabeto
Faixa do Alfabeto
Acadêmica bolsista Letícia Mariane decorando a sala
Início das decorações


0

Coordenadoras do Projeto Mão Amiga visitam Escola Municipal Professor José Moura


No dia 29 de abril de 2015, os acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob e Juliano Dilkin, juntamente com a professora supervisora do Projeto Mão Amiga, Adriane Elisa Dombrowski, receberam a visita das coordenadoras do Projeto, professora Ms. Rosana Beatriz Ansai e Dra. Kelen dos Santos Junges na Escola Municipal Professor José Moura, que está nessa parceria, contribuindo para o crescimento e aprendizagem dos alunos.
A visita das coordenadoras foi de suma importância, corroborando para a experiência enquanto acadêmicos. Na oportunidade, puderam-se mostrar as práticas lúdicas, desenvolvidas no Projeto Mão Amiga, com o objetivo de superar as dificuldades de aprendizagem.
Uma das práticas lúdicas que estava em realização nesse dia, foi a brincadeira indígena chamada Mangá ou Tobdaé, com o uso de petecas que foram confeccionadas pelos próprios alunos, com a intenção de valorizar a cultura indígena e reconhecer os costumes indígenas presentes na sociedade. Essa contextualização e prática lúdica fazem parte das comemorações ao dia do Índio, que foi no dia 19 de Abril.
Junto aos alunos percebeu-se uma imensa alegria, partindo de seu conhecimento prévio, motivando a criatividade na produção da peteca e na vivência da brincadeira indígena. A partir desses apontamentos, é importante valorizar a brincadeira para que a criança perceba que também se aprende brincando, oferecendo a ela a oportunidade de se expressar, de reconhecer, de vivenciar a história e, assim, ampliar os conhecimentos e fortalecer a aprendizagem.



Texto escrito pelos acadêmicos bolsistas Ersoli de Cássia Quirino Grob e Juliano Dilkin

Visita das coordenadoras de área

Brincando com petecas
Brincadeira indígena Mangá ou Tobdaé com o uso de petecas



1

Dinâmica da “Cadeira Cooperativa Humana” é aplicada pelo Projeto Mão Amiga na Escola Municipal Padre João Piamarta



No dia 31 de março de 2015, as acadêmicas Karine Doopiati e Tatiana de Lima, bolsistas do projeto Mão Amiga na Escola Municipal Padre João Piamarta, aplicaram nas turmas que atuam a dinâmica da "Cadeira Cooperativa Humana”. Basicamente, a dinâmica consiste-se em agrupar os alunos, formando um círculo. Posteriormente, cada qual deita-se sobre as pernas do colega, ao passo que as cadeiras vão sendo retiradas pelo professor e os discentes precisam sustentar uns aos outros, até que ao final todas as cadeiras são afastadas e a sustentação ocorre apenas pelo esforço dos próprios alunos.
A dinâmica teve por objetivo desenvolver, nos educandos, a confiança nos colegas e a cooperação entre os pares, sendo estes enfatizados como fatores importantes para o desenvolvimento de um trabalho em equipe e o bom andamento das atividades realizadas em sala de aula. Destacou-se ainda que, se cada um faz sua parte, é possível alcançar um ótimo resultado.
Finalmente, após a realização da dinâmica e para ressaltar a intencionalidade desta, trabalhamos com o texto “O Piquenique das Tartarugas”, seguido de conversação e discussão com os alunos. Consideramos que a realização de tais atividades foram de suma relevância, sendo bastante prazerosas e de grande aproveitamento pelo alunado, tendo em vista que pudemos, de forma lúdica, alcançar o objetivo delineado e demonstrar às crianças integrantes do Projeto a importância do trabalho em equipe.

O Piquenique das Tartarugas

A família de tartarugas decidiu sair para um piquenique, e por serem naturalmente lentas, levaram alguns dias para prepararem-se para seu passeio. Finalmente a família de tartarugas saiu de casa para procurar um lugar apropriado, e durante o segundo dia da viagem encontraram o lugar ideal!
Elas levaram algumas horas para limpar a área, desembalaram a cesta de piquenique e terminaram os arranjos. Quando elas estavam prontas pra comer, descobriram que tinham esquecido o sal. Poxa, todas concordaram que um piquenique sem sal seria um desastre, e após uma longa discussão, a tartaruga mais nova foi escolhida para voltar em casa e pegar o sal, pois era a mais rápida das tartarugas.
A pequena tartaruga lamentou, chorou, e esperneou, mas concordou em ir com uma condição: que ninguém comeria até que ela retornasse. A família concordou e a pequena tartaruga então saiu para buscar o sal.
Três dias se passaram e a pequena tartaruga ainda não havia retornado. Cinco dias… Seis dias… Então, no sétimo dia, a tartaruga mais velha, que já não aguentava de tanta fome, anunciou que ia comer, e começou a desembalar um sanduíche.
Quando ela deu a primeira “dentada” no sanduíche, a pequena tartaruga saiu detrás de uma árvore e gritou:
- Ahhãããããã! Eu tinha certeza que vocês não iam me esperar. Agora é que eu não vou mesmo buscar o sal!

Texto escrita pela equipe do Projeto Mão Amiga que atua na Escola Municipal Padre João Piamarta

Referências:


O piquenique das tartarugas, Disponível em:  http://saber literario.blogspot.com.br/2012/02/o-piquenique-das-tartarugas.html

Alunos participantes do projeto realizando a dinâmica "Cadeira Cooperativa Humana" no Projeto Mão Amiga.
Bolsista Karine Doopiati aplicando a dinâmica com seus alunos.
Alunos da bolsista Tatiana de Lima durante a aplicação da dinâmica
"Cadeira Cooperativa Humana" no Projeto Mão Amiga.

1

Projeto Mão Amiga na Escola Municipal Guia Lopes: visita das coordenadoras de área e ações desenvolvidas pelas bolsistas



Uma das máximas que solidifica a inserção do Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID nas escolas parceiras está concatenada à costumeira visita das coordenadoras de área, professoras Ms. Rosana Beatriz Ansai e Dra. Kelen dos Santos Junges, a cada uma das seis instituições municipais que abriram as portas ao Projeto Mão Amiga.
A Escola Municipal Guia Lopes tem como especificidade de acolhida de bolsistas, tuteladas pela supervisora Débora Passos Guimarães, que atuam na área da gestão, dando o apoio à equipe gestora da escola. Frente a esse cenário, na manhã do dia 10 de abril de 2015, as coordenadoras de área foram até a escola e, juntamente com as bolsistas, a supervisora, a diretora e a coordenadora pedagógica traçaram as metas que o Projeto Mão Amiga CAPES/PIBID tenciona alcançar em 2015.
Fruto de um diálogo entre a supervisora da escola, Débora Passos Guimarães, e da professora de Educação Física da instituição, chegou-se à conclusão de que a primeira ação a adquirir corporeidade é a da montagem de um circuito psicomotor, com atividades que serão pintadas no chão do pátio da escola, tais como a amarelinha, andar sobre uma linha, pé direito diante do esquerdo e vice-versa, caracol numérico, entre outras.
As atividades lúdicas são fundamentais no que pese à minimização das dificuldades apresentadas no desempenho escolar, pois quanto mais movimento a criança for estimulada a fazer, maior será a prontidão para o processo de alfabetização.
Em linha complementar, no dia 17 de abril, as bolsistas Elaine Maria Bunhak, Grasiela Pereira de Castilhos e Renata Penteado deram início ao processo de desenho das atividades, tendo o auxílio da supervisora Débora Guimarães. O objetivo que embasa a ação é o de resgatar as brincadeiras antigas que fazem parte da cultura popular, com intuito de os alunos aprimorarem a coordenação motora ampla e fina, a estruturação do espaço temporal, o equilíbrio, entre outras habilidades, além de todos os discentes terem um recreio muito mais divertido e prazeroso, tendo em vista que o pátio da escola evidenciará uma série de atividades.




Texto escrito pelas bolsistas Grasiela Pereira de Castilhos, Elaine Maria Bunhak e Simone Luiza Kovalczuk

Diretora Márcia Salete H. Gonçalves e Equipe Mão Amiga
Coordenadoras de área, professoras Ms. Rosana Beatriz Ansai,
Dra. Kelen dos Santos Junges e bolsistas

Equipe Guia Lopes e coordenadoras de área, Ms. Rosana Beatriz Ansai,
Dra. Kelen dos Santos Junges
Desenvolvendo circuito psicomotor
1